Eduardo Petroni

Assim como nossos ancestrais pintavam suas primeiras conexões  visionárias com o universo, Eduardo convida o expectador a reconhecerem si a trajetória da humanidade através de painéis multidimensionais que sintetizam de forma holográfica a história da expansão da consciência. 


A exposição Ancestral relaciona através de símbolos*chave a história  da origem da vida se desdobrando até a contemporaneidade, citando  seres e substâncias que explicam a trajetória da evolução; da vida  marinha até a linguagem virtual binária.

Imersos nesta profunda atmosfera, somatizamos a sensação da malha  existencial através de palpitações de frequências geométricas de luz, pelas  quais ele homenageia medicinas e estudiosos desde os tempos imemoriais  como Xamã Abelha até Terence McKenna. 

  Influenciado pelos festivais de música eletrônica, suas composições brilhantes fluuam estendidas e nos tocam como partículas vibrantes. Elas falam na  pulsação do tempo relembrando os antigos ritos de celebração da experiência  tribal de unidade, revelando a importância da experiência xamânica para a humanidade atravessar as fronteiras do espaço em busca de auto-conhecimento.

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